domingo, 11 de agosto de 2013

Fé em quê?

A religião sustenta e justifica o nascer e a morte de um ser 
Nas dificuldades, a religião é realçadas 
E nas vitórias ela é deixada de lado;
Sem fé, sem metas e sem destino.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Empedrado

O seu toque que penetra em meu corpo
Acende o sentimento que já adormecia;
As sensações fluem, nesse coração empedrado
Seus dedos me aquecem, e o abraço fortalece;
Nossos corpos se entrelaçam e fervem de emoções;
Somos como o oceano numa onda constante de vem e vai
Os ventos sussurram os nossos nomes
E o nascer do sol nos avisa que é hora de partir


terça-feira, 11 de junho de 2013

Envolvimento




Os meus lábios te desejam, e o corpo almeja a sua presença
O suave sorriso em meu rosto demonstra a verdadeira face
Suas mãos sobre as minhas cariciam meus pontos de prazer;
E  aos poucos, exalam um perfume de desejo
O suor dos nossos corpos se dissipa ao chão
A ressonância  que essa atração produz
Se expande por um tempo prolongado de excitação
O ritmo aumenta, e esta planitude satisfaz nossas almas
Num constante movimento de poder e de sedução.






terça-feira, 21 de maio de 2013

Cansaço



 O sol aparece diante de tanta escuridão;
 Queimando os meus olhos e iluminando minha sala;
 As mãos calejadas de tanto trabalho;
 O suor derramado ao chão;
 E o sorriso de concretizado;
 Com o sinal de dever cumprido;
 Nem anjos e nem os demônios internos
 Podem me alcançar, apenas as plumas
Que tocam meu corpo e acariciam a minha cabeça;
 Deitado em minha cama, o sono fecha os meus olhos
 E aos poucos adormeço, e neste instante nada mais importa.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Apenas Ser


É preciso motivos para seguir em frente;
Motivos para mudanças necessárias;
Motivos para dormir até mesmo para comer;
E motivos pra ter amigos;
Esses motivos obrigam o ser humano;
A estar em constante movimento
Mas se não existisse esses motivos
O que seria a vida?

O escurecer do ser





O lado obscuro que habita em cada ser
Se torna transparente
Diante de algumas discórdias que a vida oferece.
O sangue derramado ao chão;
O cálice de vinho sobre a mesa;
Com uma melodia violenta;
Sem palavras e sem gestos;
Apenas o silêncio da música
Que permeia nos meus ouvidos.
Com a janela aberta
O vento sussura o seu nome
Dizendo que é hora de partir
E que você me encontra em outra ocasião.